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O programa “Escola da Família” permite que escolas públicas de São Paulo sejam abertas aos sábados e domingos à comunidade local, para atividades voltadas ao esporte, à cultura, à saúde e ao trabalho, os quatro eixos do programa.

Reservar os finais de semana para contribuir com a melhora da educação no país não é uma má ideia. Pelo contrário, trata-se de uma iniciativa que merece destaque. O programa Escola da Família, criado em 2003, conta com a colaboração de voluntários para que atividades com foco na inclusão social sejam desenvolvidas nas instituições públicas de ensino. Para participar do projeto é preciso se inscrever no Bolsa Universidade, com inscrições gratuitas entre 2 e 12 de abril.

A iniciativa convocará mais de 7 mil universitários para que atuem como educadores e realizem atividades multidisciplinares. Em contrapartida, os alunos receberão bolsa integral de seu curso, custeada pela Secretaria da Educação, que arca com o valor proporcional a 50% da mensalidade, desde que não ultrapasse o teto de R$ 310, e pela instituição de ensino superior, que completa o restante da mensalidade.

O intuito é permitir que os bolsistas apliquem suas habilidades pessoais – como em aulas de violão, por exemplo – e também específicas, adquiridas ao longo do curso superior. Os selecionados começarão as atividades em maio.

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