Por Redação   
11 de novembro de 2009

Cloud Computing, TI Verde, Computação Social e Memória Flash estão entre as tendências estratégicas em TI para o próximo ano. Porém, junto com o resultado, a cosultoria alerta que há mais soluções que devem ser observadas com atenção pelo mercado corporativo.

O Gartner realizou um estudo para indicar as dez principais tecnologias e tendências que serão estratégicas para a maioria das organizações em 2010. Segundo a instituição, tecnologia estratégica é aquela com potencial de causar impacto significativo na organização nos próximos três anos. Entre os fatores que denotam um impacto significativo estão o alto potencial de interrupção para TI ou para o negócio, a necessidade de alto investimento ou o risco de ser adotada muito tarde.

Conforme aponta o Gartner, essas tecnologias impactam os planos, programas e iniciativas de longo prazo das organizações e são estratégicas porque estão maduras para um vasto uso no mercado ou porque oferecem vantagem estratégica desde o início de sua adoção.

As dez principais tecnologias para 2010, segundo o Gartner, são:
• Cloud Computing
• Análises avançadas
• Client computing (virtualização)
• TI verde
• Remodelagem do Data Center (estime o crescimento para 15 a 20 anos para uma construção adequada)
• Computação social – social computing (as organizações devem focar no uso de software social e de mídia social na organização e na participação e integração com comunidades externas patrocinadas pela empresa e públicas)
• Segurança (monitoramento de atividades)
• Memória flash (dispositivo semicondutor de memória, familiar por seu uso em pendrives e cartões de câmeras digitais)
• Virtualização para disponibilidade (execução de uma máquina virtual, enquanto seu sistema operacional e outros softwares continuam sendo executados como se estivessem no servidor físico original)
• Aplicações Móveis (até o final de 2010, 1,2 bilhão de pessoas carregará consigo dispositivos capazes de realizar transações comerciais móveis)

“Esta lista deve ser usada como um ponto de partida e as companhias devem ajustar suas listas com base em seus mercados, necessidades únicas de seus negócios e no modo de adoção da tecnologia”, ressalta o vice-presidente e analista do Gartner, Carl Claunch.